comprar um imóvel

Financiamento imobiliário: esse pode ser o melhor momento para financiar um imóvel

O final de 2017 marcou o início de um novo ciclo para o mercado imobiliário no Brasil e por consequência influenciou o acesso ao financiamento imobiliário. Isso foi impulsionado por um conjunto de fatores favoráveis – crescimento da atividade econômica, queda acentuada dos juros, controle inflacionário e melhora no desempenho do emprego e renda – o setor obteve o melhor desempenho dos último 05 anos, com aumento significativo da demanda, consequente diminuição dos estoques das construtoras e valorização, apontando para um 2018 ainda melhor, sobretudo pelo desempenho da poupança, principal financiador do mercado imobiliário no Brasil, que bateu recorde histórico de ativos em 2017.

A queda da taxa SELIC para 7% (que ainda pode sofrer novas quedas até final de 2018) continua destravando a economia brasileira. No setor imobiliário, essa queda impacta diretamente o custo final do financiamento de um imóvel, tornando-o mais acessível,  atrativo e financeiramente viável.

Acrescenta-se a esses dois fatores, a arrecadação recorde da poupança, que no mês de dezembro de 2017 fechou com ingresso líquido de mais de R$17 bilhões de acordo com dados do Banco Central e com ativos totais de 725 bilhões, volume monetário nunca disponível anteriormente.

Para quem procura financiar um imóvel essa é uma ótima notícia, pois a poupança é a fonte principal de recursos destinados ao financiamento imobiliário no Brasil. Com isso, tudo indica que o acesso ao crédito em 2018 será maior, mais barato e mais facilitado.

financiamento imobiliário

De acordo com o Gilberto de Abreu Filho, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) em 2018 os financiamentos imobiliários devem crescer 15%, contrapondo a queda dos últimos anos.

financiamento imobiliário

Em 2018 o sonho da casa própria pode estar mais próximo. Mas o que você precisa saber antes de assumir um financiamento imobiliário?

Em um cenário tão otimista, além de perceber o momento de oportunidade, é fundamental conhecer todas as situações que permeiam o sistema de financiamento imobiliário no Brasil, sobretudo o SBPE o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo – SBPE, integrado por instituições financeiras especializadas na concessão de financiamentos habitacionais, tendo como fonte de recurso os depósitos em caderneta de poupança e repasses dos recursos do FGTS.

O SBPE, que se tornou um dos motores do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), possui recursos do fundo de garantia (FGTS) e da caderneta de poupança. Neste caso, os mutuários podem sacar os recursos do FGTS e dar como entrada em um financiamento. O valor máximo do imóvel é de R$ 950 mil (Rio, SP, Belo Horizonte e Brasília) e R$ 800 mil nas demais localidades.

Nos últimos 10 anos, mais de 75% dos contratos de financiamento imobiliário tiveram recursos provenientes da caderneta de poupança. De 2004 a 2014, R$ 540 bilhões foram destinados à construção ou aquisição de imóveis.

Para imóveis acima dos limites do SBPE , existe o  Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) Também desenvolvido pelo Governo Federal, essa modalidade foi criada para servir de complemento ao SFH, visto que ela foca mutuários que têm necessidades específicas. Pelo fato do risco ser maior que do Sistema Financeiro de Habitação, os juros são maiores e variáveis.

Para adquirir um imóvel pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), não existe um valor máximo de avaliação do apartamento, ao mesmo tempo que também não precisa haver um limite da renda comprometida. O valor de concessão varia entre 80% e 90% da avaliação do imóvel. A compra pode ser realizada tanto por pessoa física quanto jurídica, e o prazo para quitar a dívida é o mesmo que o do SFH: 420 meses.

Além dessas duas principais modalidades, construtoras costumam oferecer financiamento próprio com regras mais flexíveis, porém com taxas mais altas, geralmente corrigidas pelo IGPM + 1% de Juros com amortização pela tabela price.

Além de pesquisar e conhecer melhor as regras de cada um desses sistemas, os custos envolvidos e modalidades de amortização, um bom planejamento financeiro e uma consultoria profissional e especializada, poderão determinar o sucesso dessa jornada e a conquista de seu sonho com mais tranquilidade e segurança.

Com o valor do imóvel  e o percentual máximo a ser financiado definidos, é preciso prever e encaixar esse limite dentro do orçamento familiar mensal. Essa tarefa precisa ser feita minuciosamente, na ponta do lápis ou em alguma planilha virtual disponível na internet.

Nesse planejamento será necessário Identificar:

  • Despesas fixas: São aquelas que possuem o mesmo valor por períodos padrões como aluguel, impostos, seguros e financiamentos.
  • Despesas variáveis: essas acontecem todos mês mas podem variar como luz, água, telefone e cuidados pessoais.
  • Extras: Se remete a manutenções e prevenções.
  • Adicionais: que não acontecem todo mês como viagens, presentes e lazer.
  • Reserva de emergência de no mínimo 06 meses para casos de perda ou queda  temporária da renda ( perda do emprego, acidentes, rendas extras variáveis ).

Como funciona o financiamento imobiliário?

A primeira etapa e talvez a mais importante é a realização de simulações para pegar um empréstimo ou financiar um imóvel para encontrar as melhoras taxas de juros. Existem plataformas online que podem facilitar esse processo. Alguns exemplos são Serasa eCred, Canal do Crédito e Melhortaxa. Essas plataformas comparam várias opções de crédito oferecidas por diferentes instituições, porém no site do próprio banco é possível realizar simulações.

Nessa fase, é possível comparar os planos e as propostas apresentadas pelos bancos para entender se o seu rendimento é suficiente para arcar com os custos do financiamento.  Analise bem esses custos e veja como eles se encaixam em seu planejamento financeiro.

Com a melhor opção em mãos, esse é o momento de preencher os formulários exigidos pela instituição financeira escolha e receber uma proposta. Vale lembrar que é permitido somar as rendas de cônjuges, noivos ou pessoas em união estável, porém em geral os bancos demandam um mínimo individual.

Com o envio das devidas documentações e aprovação da análise de crédito, a avaliação do imóvel é feita para confirmar seu valor. Passando por essas etapas o banco elabora o contrato para o vendedor e comprador assinarem.

Agora é responsabilidade sua acompanhar com cuidado as parcelas, sempre recorrer ao seu planejamento e desenvolver planos de ação para imprevistos. Boa sorte na compra do seu imóvel novo!

Emplavi : O sonho de viver e morar no melhor bairro de Brasília se realiza aqui

 

financiamento imobiliário

Há 36 anos construindo histórias felizes, a Emplavi, maior construtora de Brasília e líder no segmento imobiliário alto padrão no DF , começa 2018 realizando o sonho da entrega de mais 04 novos empreendimentos de 02, 03 e 04 quartos no melhor bairro de Brasília. São imóveis de altíssimo padrão, nas melhores localizações e com flexibilidade de financiamento bancário pelo SFH e também por financiamento próprio.

financiamento imobiliário

Agende hoje mesmo uma visita em nossa Central de vendas e decorados Emplavi Noroeste  e surpreenda-se com a qualidade e sofisticação em cada detalhe.

Acesse www.emplavi.com.br e conheça mais .

Faça aqui uma simulação do seu financiamento para  a conquista do imóvel de sua vida.

financiamento imobiliário

Você também pode gostar
Comprar um imóvel: 4 dicas para realizar um bom negócio!
Conheça as vantagens e os pontos de atenção que devem ser levados em conta na hora de comprar imóvel na planta.
Comprar Imóvel na Planta: Entenda Mais Sobre Esse Investimento
mercado imobiliário
Mercado imobiliário acelera recuperação e promete surpreender em 2018

Deixe seu comentário

Seu comentário*

Nome*
Site

Share This