Mercado Imobiliário

Os Impactos da Selic sobre o Mercado Imobiliário no Segundo Semestre de 2018

Os impactos da Selic sobre o mercado imobiliário é um assunto recorrente aqui no blog. O fato se dá pelo momento que a economia brasileira está vivendo desde o ano passado com as constantes quedas da taxa. Apesar de o Banco Central ter encerrado o ciclo de 12 quedas consecutivas dos juros básicos em maio, a Selic continua no menor patamar desde abril de 2013. A priori, o que é primordial destacar é que o setor imobiliário é um dos mais impactados positivamente pela redução da Selic.

Para entender melhor essa relação, é importante frisar que a Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) é a taxa média de juros paga pelo governo brasileiro em empréstimos tomados de instituições bancárias. Ou seja, quando esta taxa aumenta, os bancos tendem a comprar títulos do governo. Pois, dessa forma, aumentam seus rendimentos. Já quando a Selic abaixa, essa redução estimula os bancos a emprestarem dinheiro diretamente ao consumidor. Afinal, o empréstimo de mais dinheiro para o consumidor aumenta a oferta de capital disponível no mercado.

É igualmente importante ressaltar que é a Selic que regula, ainda que indiretamente, outras taxas de juros que temos no Brasil. Como, por exemplo, as taxas de poupança, crediário, cartão de crédito, financiamento (inclusive o imobiliário!). Quanto menor a taxa, mais dinheiro tem circulando no mercado. Além do mais, com essa redução, o consumo é estimulado e os juros ao consumidor também caem. Isso aumenta tanto o volume das compras a prazo quanto o volume de financiamentos. 

 

Mercado imobiliário é favorecido pelo momento atual

O estudo “Indicadores Imobiliário Nacionais” do primeiro trimestre de 2018, publicado no fim de maio de 2018 pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), demonstra a crescente melhora do setor imobiliário.

Um bom exemplo do progresso do mercado de imóveis é o crescimento do número de vendas de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado. No 1° trimestre de 2017, 20.209 unidades foram vendidas contra 24.712 em 2018.

Ainda segundo o estudo da CBIC, o Distrito Federal foi o 4° estado que mais teve aumento no número de lançamentos – apesar de ainda sofrer escassez de oferta de imóveis novos e prontos para morar, sobretudo no segmento alto padrão de Brasília. 

Pouco a pouco, o mercado imobiliário conquista novamente a confiança do mercado, e na Capital Federal não poderia ser diferente. Afinal, juros menores tendem a movimentar o mercado de crédito e investimentos imobiliários. Além do mais, o investimento em imóveis é a melhor opção para o investidor conservador neste momento de retração das taxas de juros. Isto porque a redução da Selic tende a fazer com que as taxas de retorno da renda fixa caiam consideravelmente.

 

Bancos cortam taxas de financiamento de imóveis

Para conquistar o mercado, bancos brasileiros cortaram taxa de financiamento de imóveis. O acontecimento mostra a iminente retomada do mercado imobiliário em 2018. “Com o aumento da confiança dos consumidores, estamos percebendo uma retomada, o que é uma ótima notícia para o setor e para o país. Essa nova redução de taxas certamente contribuirá para acelerar esse movimento”, justificou a diretora do Itaú Unibanco, Cristiane Magalhães.

Logo no 1° trimestre do ano, o Itaú anunciou a diminuição da taxa de juros imobiliários. O banco divulgou que os juros passaram para 8,8% ao ano mais a Taxa Referencial (TR) para imóveis que se enquadram no Sistema de Financiamento de Habitação (SFH) e para 9,3% no caso dos imóveis que se encaixam no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Após mais de um ano sem recuo, a Caixa anunciou que o SHF passou de 10.25% para 9% ano ano. No Banco do Brasil,o mesmo juro foi reduzido de 9,24% para 8,99%. Já no Bradesco, a SFH foi de 9,3% para 8,85% ao ano. 

Saiba os impactos da taxa Selic sobre o Mercado Imobiliário no segundo semestre de 2018

Emplavi lança, em Junho, campanha “Mês de Oportunidades 2018”

Em sintonia com esses movimentos que o cenário do Mercado Imobiliário de Brasília apontam para este momento importante, tais como a queda da Selic e a iminente valorização imobiliária já prevista para o segundo semestre de 2018, dado os impactos da escassez na oferta imobiliária na Capital associada à perspectiva concreta de aumento inflacionário, decorrente da recente crise cambial e da greve dos caminhoneiros que paralisaram diversos setores que compõem a base de cálculo da inflação no país, a Emplavi, maior construtora de Brasília e líder no segmento alto padrão, acelera o passo mais uma vez e sai na frente com a campanha “Mês de Oportunidades Emplavi 2018” que vai até o final de Junho de 2018.

A nova campanha visa proporcionar uma nova chance de fechamento de negócios, através das “rodadas de negociações”, onde clientes mais amadurecidos em sua decisão de compra sentam com a Diretoria da Emplavi para uma negociação direta e em condições especiais.

“Em um momento em que a escassez de oferta e aumento da demanda pressionam os preços dos imóveis novos em Brasília para cima, é muito oportuna essa campanha. Veio na hora certa e com certeza teremos muitos negócios fechados em junho com um grande fluxo de clientes durante todo o mês” celebra Wilson Charles , diretor comercial da empresa.

Quer aproveitar essa chance para fechar o primeiro semestre de 2018 com as chaves de um novo imóvel? Cadastre-se aqui e aproveite!

Você também pode gostar
Redução de 0,75% dos juros do financiamento imobiliário aquece venda de imóveis na reta final de 2018   
Mês de Oportunidades Para Comprar Imóvel em Brasília
Mês de Oportunidade Para Comprar Imóvel
Déficit Atual na Oferta de Imóveis Novos em Brasília: Entenda

Deixe seu comentário

Seu comentário*

Nome*
Site

Share This